sexta-feira, 11 de agosto de 2017

{ creme phebo para mãos

Olá, amores! Como estão nessa semana linda? Hoje eu vim mostrar para vocês uma das minhas novas paixõezinhas: o creme para mãos Phebo, da Granado Pharmácias. Eu amo cheirinhos e tô sempre em busca de novos perfumes - em todos os sentidos. Adoro produtos para cabelos, pele, colônias, tudo que deixe minha pele cheirosa, com aquele frescor delicioso pós um bom banho. Desde que descobri a qualidade da Granado, meus últimos cremes têm vindo de lá!


Marca: Phebo
Linha: Mediterrâneo
Creme: Tuberosa do Egito
Conteúdo: 5O ml
Notas de saída: bergamota, tangerina e notas florais
Notas de coração: jasmim, tuberosa e rosa
Notas de fundo: patchouli, almíscar e âmbar


A linha Mediterrâneo, da marca Phebo - comprada pela Granado em 2OO4 - conta com 5 fragrâncias. O escolhido por mim dessa vez foi o creme para as mãos, no cheirinho de Tuberosa do Egito. A caixa e o tubo do creme são inteiros decorados com as flores da tuberosa, delicada, feminina e poderosa, como sua inspiração, a rainha Cleópatra.


O creme não tem nada de melecado, aquela sensação gosmenta que às vezes nos dá receio em usar - principalmente nas mãos, que nunca param! -, e tampouco é firme demais, não há dificuldade alguma para espalhá-lo. Sua consistência, para mim, está literalmente no ponto! O cheirinho também é tão delicioso, tô muito apaixonada por ele! Eu tenho sérios problemas com cheiros, talvez por isso busque tanto produtos que tenham o meu agrado e esse ganhou o meu coração. Não gosto de nada doce, portanto esse, com mesclas de âmbar, tangerina e tuberosa, são perfeitos!


O cheiro - que dizem ser afrodisíaco - existe em vários modelos, depende do escolhido por quem vai usá-lo: shampoo, creme para o corpo, para as mãos e colônia. O meu amorzinho custou R$ 19,5O na loja Granado do Barra Shopping, aqui em Porto Alegre. É o terceiro produto da farmácia que eu adquiro e em nenhum momento a sua qualidade deixou a desejar. Seu perfume parece penetrar na pele e permanece por horas e horas, sempre com aquela sensação de frescor. E é isso, amores! Espero que tenham gostado post e que ele valha de algo para a próxima vez que decidirem procurar por um cheirinho delicioso. E vocês, também são fãs de cremes? Qual vocês usam no momento? Quero saber ❤️

Beijos!

sábado, 5 de agosto de 2017

{ crianças peculiares: livro x filme

Olá, amores! Como vocês leram num post passado, uma das minhas últimas leituras foi O orfanato da srta. Peregrine para crianças peculiares - cliquem aqui para conferir a postagem! Quando terminei de ler o livro de Ransom Riggs, minha primeira reação foi: preciso assistir ao filme. Justamente pelo que todos dizem, justamente pelo que o próprio coração trevoso diz. Na contracapa de Crianças peculiares, temos uma pequena nota de ninguém mais ninguém menos que Tim Burton. Suas palavras me parecem pesar quando se escreve um livro de fantasia em estilo dark. Assisti e resolvi que essa comparação seria interessante para fazer companhia ao post do livro, então, cá estamos. Vamos acompanhar ❤️


Livro
Título: O orfanato da srta. Peregrine para crianças peculiares
Autor: Ransom Riggs
Editora: Leya
Gênero: aventura, fantasia
Páginas: 336

Filme
Título em português: O lar das crianças peculiares
Lançamento: 29 de setembro de 2O16
Duração: 2 horas e 3 minutos
Gênero: fantasia/aventura
Censura: 12 anos

Minha opinião sobre o livro vocês já têm. Agora, apresento à vocês as minhas duas opiniões sobre o filme: 1) a versão que eu gostei e 2) a versão que eu simplesmente não acredito não ter gostado. O lar das crianças peculiares é o típico filme de aventura para família, um filme de Tim Burton com todo ar de Tim Burton, embora menos sombrio que boa parte de suas obras - talvez por se tratar de um infanto-juvenil. Os efeitos estão dignos e adorei a forma como ele desenvolveu certos personagens - que eu não imaginava da forma como ele imaginou. É realmente divertido e encantador ler uma obra e então vê-la da forma como o mestre das sombras viu quando também leu. Afinal, ele é gente como a gente e tem todo o direito de vislumbrar a sua versão da história.

Mas, também, por se tratar de literalmente criar a sua versão da história que o filme me deixou tanto - mas tanto! - a desejar. Tim Burton, ao meu ver - e jamais dispensando sua classe dentro do próprio estilo! - usou o livro de Riggs como inspiração para uma outra história, a sua. Ele começou sutil, mudando uma coisinha aqui e outra ali, mas durante as duas horas de filme, muita coisa se modificou, coisas essas que me incomodaram - e acredito que não só a mim. Aquela velha história de "não foi assim que eu li no livro" ganhou um hole new level com o longa. Personagens foram trocados, nomes, peculiaridades, cenas aleatórias simplesmente criadas e um final que eu, que havia acabado de acabar a leitura, desconhecia. Chegou a um ponto em que eu não imaginava o que ia acontecer na próxima cena, o que para um leitor, às vezes, pode ser frustrante.

Que fique claro e declarado que meu amor pelo Tim não diminuiu nem um pouco. Apenas o deixou mais ~peculiar~.


Eu realmente não quero que deixem de ler o livro ou assistir o filme, quero justamente o contrário. Quero que leiam e assistam e compartilhem comigo suas opiniões: se concordam, se discordam. Vai ser interessante ouvir o que vocês também acharam! Espero que tenham gostado do post, meus amores! Contem-me, gostam das obras de Tim Burton? Quais são as suas preferidas? Quero saber ❤️

Beijos!

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

{ 1st rolê no iberê parte I

Olá, amores! Hoje o post vai ser bem recheado de fotografias por motivos de: tive um domingo lindo e cultural. Sou daquelas que tem o tique de sair clicando tudo que acha que pode ser clicável, portanto, vai ser um longo post - mas not boring, eu prometo. Como vocês sabem, eu sou alok das fotos e acabei escolhendo várias para postar, por isso vamos dividir essa postagem em duas partes: 1) Iberê Camargo - a exposição; e 2) Iberê Camargo - o prédio - que não deixa de ser também uma obra de arte.







Iberê Camargo é uma fundação aqui de Porto Alegre que herda o nome do gravurista, professor e pintor brasileiro. Recebe exposições de diversos artistas do país e conta com um acervo especial, dedicado ao próprio Iberê. Atualmente, a exposição do artista está no terceiro e quarto andar do prédio, de nome No drama. Já o primeiro e segundo andar são domados pela exposição forte de nome Depois do fim. Ambas as exposições ficam lá na fundação até o dia 12 de agosto - vamos que ainda dá tempo!







O Iberê fica aberto aos sábados e domingos, das 14h às 19h, sendo a entrada aberta até às 18:3O. Conta ainda com mediações realizadas com agendamento prévio, o que deve ser incrível para escolas e universidades. Fica endereçado no Bairro Cristal, na rua Padre Cacique, número 2OOO - "aquele prédio branco na beira do Guaíba", hehe. E por falar em beira do Guaíba, que lugarzinho para construir um ponto cultural, uou! Boa vista da cidade e de um baita pôr-do-sol! Difícil querer ir para casa, mesmo depois que a noite toma conta da cidade, ainda se pode admirar as luzes porto-alegrenses do confortável café do próprio museu, ou sentado em frente à ele, desfrutando de alguma delícia dos foodtrucks. Uma dj também ajudou a animar o pessoal que estava por lá, e apesar da pegada eletro-folk, vi crianças, adultos e idosos, todos batendo os pézinhos. Amazing foi pouco ❤️







Espero que vocês tenham gostado do post e das fotos, amores! Foram ambos feitos com muito carinho. Sei que bombardeio vocês, mas, vocês sabem, é tão difícil escolher dentre todas! Principalmente quando gosto tanto de um dia, lugar e vibe como essa do Iberê. Pronta para marcar o próximo rolê por lá. Novas exposições, tô indo! E vocês, o que gostam de fazer em suas cidades? Curtem museus ou não? Quero saber ❤️

Beijos!